Scentryphar

5 de maio de 2010

Perdas de patente deverão incrementar o mercado de genéricos em R$ 800 mi

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por Saúde Business Web

29/04/2010

Incremento se deve a perda de patentes de cerca de 25 medicamentos

As estimativas são de que as perdas de patente deverão incrementar o mercado de genéricos, neste e no próximo ano, em R$ 800 milhões, de acordo com a Pró-Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos). Cerca de 25 medicamentos devem perder a patente até o fim 2011, incluindo produtos adquiridos pelo governo.

Um exemplo é o laboratório nacional EMS, que deverá lançar no mercado sua versão genérica do Viagra, que teve o vencimento da patente antecipada para junho deste ano no Brasil. Outros laboratórios do país, que incluem multinacionais, estão interessados em fazer o mesmo, considerando que o mercado de genéricos tem um forte potencial de expansão.

Com faturamento em torno de R$ 2,1 bilhões, a EMS investe cerca de 6% do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), assim como a maioria das grandes multinacionais.

De acordo com o Valor Econômico, a capacidade de produção do laboratório é de 360 milhões unidades/ano. Na área de prescrição, o grupo atua com cerca de 200 produtos - 25% para cardiologia, 13% para ginecologia e 9% para psiquiatria, dentre outros.

26 de outubro de 2009

1o FORUM DE ATUALIZAÇÃO EM MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS NÃO NOVOS

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 11:25

Dia 27/10/2009 8:30h Credenciamento dos participantes 9h00- 9h15 - Abertura: Sr. Odnir Finotti Presidente da Pró Genéricos,
9h15 às 10h15 – Biopharmaceutical products approved as Biosimilars - an overview based on a pioneer’s experience – Maria Saurwein-Teissl
– Head of Regulatory Affairs - Sandoz Biopharmaceuticals 10h15 às 10h45 – Coffee Break
10h45 às 11h45 – Clinical development of biosimilar biologicals in Europe: Sandoz’ experience. - M.D. PhD. Dr.Alexander Berghout - Head Global
Clinical and Preclinical Research- Sandoz Biopharmaceuticals 11h45 às 12h00 – Perguntas
12h00 às 13h30 – Almoço - Lunch
13h30 às 15h00– Impacto da regulamentação na Inovação e Desenvolvimento Biofarmacêutico: uma perspectiva Européia – Prof. Dr. Rogério
Gaspar – Universidade de Lisboa 15h00- às 15h30 – Coffee Break
15h30 às 16h30 – RDC 315/05 – Análises e Processos versus Local de Processo – Dra. Vanda Dolabela de Magalhães – Gerente de Biotecnologia -
Eurofarma
16:30h às 17h30 - Biosimilares, Biogenéricos, substâncias biológicas de atividade conhecida: qual o nome mais adequado e a experiência brasileira? - Dr. Carlos Alberto Melo – Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação - Aché
17h30 - Encerramento Obs.: Haverá tradução simultânea
Informações:http://www.progenericos.org.br/

16 de outubro de 2009

Fórum de Atualização em Medicamentos Biológicos Não Novos

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 16:39

A Pró Genéricos, Associação das Empresas Fabricantes de Medicamentos
Genéricos tem o prazer de convidá-lo a participar do evento:

1º FÓRUM DE ATUALIZAÇÃO EM MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS NÃO NOVOS
Programa será enviado em breve

A ampliação do acesso a medicamentos tem sido, ao longo dos anos,
uma bandeira histórica do Governo Federal em conjunto com
várias entidades e organizações da sociedade brasileira.
O aperfeiçoamento do conhecimento traz novos caminhos e descortina
novos horizontes a indústria farmacêutica e a discussão do tema
abrange o marco regulatório, fundamental na sustentabilidade
deste desenvolvimento.

Dia 27 de outubro de 2009 das 09h00 às 17h30
Auditório do Sindusfarma
Rua Alvorada, 1280
São Paulo - SP

R.S.V.P. até 23/10/09, com Rafael Barros pelo telefone (11) 3897-9767 ou pelo e-mail: progenericos@progenericos.org.br

16 de junho de 2009

Indústria farmacêutica sob novas regras

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por InvestNews

15/06/2009

O objetivo é estar em consonância com a política nacional de medicamentos e com a proteção da saúde da população

A comunicação de remédios ganha novas regras nesta semana. A partir da terça-feira, entra em vigor a primeira parte da RDC 96/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - a segunda passa a valer em dezembro. “É uma revisão da resolução 102, de 2000. Ela cumpre o objetivo de estar em consonância com a política nacional de medicamentos e com a proteção da saúde da população”, diz Maria José Delgado, gerente-geral de propaganda do órgão. Entre representantes do setor farmacêutico e agências de publicidade, no entanto, a eficácia de algumas normas é questionada; ao mesmo tempo em que se tem a impressão de que o que já era difícil de ser anunciado ficou ainda mais complicado.

Para os produtos sem prescrição médica (ou OTCs), os únicos que podem ter publicidade junto ao consumidor final, as mudanças mais impactantes são as seguintes: atores e celebridades não podem mais tomar ou indicar um medicamento. Se eles protagonizarem um filme ou spot devem também ler as mensagens de advertência finais. Essas advertências, por sua vez, se tornaram mais complexas. Agora, além da tradicional “ao persistirem os sintomas um médico deverá ser consultado”, há outra que pode variar dependendo do medicamento. “Em 30 segundos, 12 são para as mensagens. Ainda que na TV possa ser usado lettering (para a frase que até então vinha em azul), isso inviabiliza o spot de rádio de 15″, contesta Sálvio Di Girólamo, secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip).

Há também a questão de como as mensagens escritas devem ser apresentadas - com letras em tamanhos pré-determinados e cores contrastantes. “Antes a propaganda cumpria a função legal, mas não social na visão de saúde pública”, afirma Maria José. “A publicidade ficou desprovida de ações promocionais. Ganhou uma cara mais técnica, é quase um release”, comenta Fernando Luna, presidente da LongPlay, agência que atende a clientes como a Accu-Check (linha destinada a cuidados com o diabetes da Roche Diagnóstica) e o complexo vitamínico de uso dermatológico Imedeen.

Di Girólamo vai além. Ele questiona a validade das advertências e defende o caminho da educação da sociedade. “São muitas mensagens diferentes. O consumidor leigo não tem como saber qual é de qual produto”, afirma. Para o representante da indústria farmacêutica, o melhor caminho teria sido lançar uma campanha educativa patrocinada pela própria Abimip para prevenir a sociedade quanto a alguns hábitos de risco, caso do consumo de remédios em frentes às crianças. “Não adianta impedir a indústria de fazer publicidade se o problema não é esse”, afirma.

Maria José rechaça as críticas. “O medicamento não é bem de consumo. É bem de saúde”, argumenta. E a Anvisa não é a única a seguir por essa linha. Segundo o advogado especializado na área de produtos farmacêuticos João Paulo Andrade, do escritório Trench, Rossi e Watanabe, as normas adotadas pela agência são bastante modernas. “Elas estão alinhadas com a regulamentação de países desenvolvidos, principalmente da União Europeia”, avalia.

22 de maio de 2009

Novartis compra empresa de genéricos

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 16:26

por Gazeta Mercantil

21/05/2009

Novartis adquiriu a unidade de medicamentos injetáveis da Ebewe Pharma por U$1,2 bilhão à vista

A Novartis irá adquirir a unidade de medicamentos injetáveis da Ebewe Pharma por US$ 1,2 bilhão à vista, a fim de captar cópias genéricas de tratamentos contra o câncer, incluindo quimioterapia. A compra dará à segunda maior empresa farmacêutica europeia 15 medicamentos aprovados contra o câncer e outros 20 em fase de testes, segundo informações da Novartis com sede na Basileia, Suíça. As três drogas mais promissoras em desenvolvimento na Ebewe são cópias de remédios que lideram vendas anuais de mais de US$ 5 bilhões.

Novartis planeja utilizar sua força de vendas para promover os novos produtos, que incluem cópias de tratamentos standards de quimioterapia, em países como o Canadá, onde a Ebewe atualmente não possui representação. A unidade também fornecerá para a Novartis a tecnologia de injetar os medicamentos e a rede de distribuição para ajudar a vendê-los.

O principal executivo Daniel Vasella defendeu o preço da compra, alegando que a unidade da Ebewe tem um crescimento composto anual nas vendas de 20% desde 2006, e desenvolve produtos promissores. “O essencial é o nível de crescimento e, com uma linha de desenvolvimento confiável, pode-se pagar tais preços”, disse Vasella.

Ebewe, com sede em Unterach, Áustria, era uma unidade do segmento farmacêutico Knoll, da Basf, até 2001, quando um grupo de investidores liderados por Friedrich Hillebrand adquiriu a companhia em uma compra gerencial depois que Abbott Laboratories comprou a Knoll.

A empresa gerou vendas de US$ 256 milhões no ano fiscal 2008, e uma renda operacional de US$ 53 milhões. A compra exclui o setor de produtos neurológicos da Ebewe.

“Ainda confiamos no Brasil”

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 16:25

Executivo da Merck diz que a empresa superou o episódio da quebra das patentes e vai continuar investindo no país

Revista EXAME
Tatiana Gianini

Em 2007, o governo brasileiro quebrou a patente do Efavirenz, remédio usado no tratamento de pacientes com Aids, produzido pelo laboratório americano Merck. Na época, os executivos da empresa afirmaram que a medida poderia desestimular investimentos no país. Hoje, a crise é coisa do passado, segundo Kenneth Frazier, vice-presidente global da divisão de saúde humana da Merck, que visitou recentemente o Brasil e falou sobre o mercado e a possibilidade de novos negócios no país.

1) Há previsão de novos investimentos da Merck para o Brasil em 2009?

Hoje, a receita anual da empresa no país é de 480 milhões de reais. Pretendemos dobrar o faturamento até 2014. Por razões estratégicas, ainda não posso revelar os detalhes de nosso plano de expansão.

2) Até que ponto a crise de quebra de patentes arranhou a confiança da empresa no clima de negócios no país?

Lamentamos muito o episódio e continuamos com a convicção de que ele não foi decidido de modo correto. Não foi bom para o clima de negócios do Brasil e certamente não foi bom para a Merck. Apesar disso, ainda confiamos no país e continuamos com a disposição de investir no mercado brasileiro.

3) Qual a importância do mercado brasileiro para a Merck?

Nos próximos anos, a área de saúde brasileira será uma das que mais crescerão no mundo. Hoje, o país é o nosso 12o maior mercado. Tem potencial para ser o quinto.

4) Para qual parte do negócio farmacêutico o Brasil tem mais potencial: desenvolvimento de produtos, pesquisa ou mercado consumidor?

O país é um mercado importante na área de pesquisa e desenvolvimento. Recentemente, tive a oportunidade de conhecer alguns centros de pesquisa, como o Incor, em São Paulo. E o Brasil é também um mercado importante. Em breve, ele será maior do que o de muitos países europeus.

5) Recentemente, a Merck uniu-se à concorrente Schering-Plough, também dos Estados Unidos, dando origem a uma das maiores empresas mundiais do setor. Qual o motivo da fusão?

É importante continuar investindo em todos os tipos de ciclos econômicos. Com o acordo, pretendemos criar um líder na área farmacêutica e garantir o crescimento da empresa, inclusive em tempos de recessão.

6) Como a fusão pode ajudar a empresa a crescer nos tempos atuais?

Mais da metade do faturamento da Merck vem dos Estados Unidos, enquanto a Schering tem uma presença internacional muito mais forte, com 70% de sua receita concentrada no exterior. Com a fusão, teremos uma empresa com uma atuação mais global.

7) Qual a economia que a fusão poderá gerar à empresa?

Até 2011, a união deverá gerar 3,5 bilhões de dólares em economia anual com a consolidação de setores como pesquisa, indústria, administração e marketing das duas empresas.

Aquisição da Medley diversifica portfólio da Sanofi

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 16:23

por Anna Lucia França (Gazeta Mercantil)

07/05/2009

A aquisição garante ainda à Sanofi a liderança no mercado de medicamentos sob prescrição, com R$ 2,27 bilhão em faturamento

Com a aquisição da Medley, líder nacional do mercado de genéricos, a francesa Sanofi-Aventis implanta no Brasil a estratégia global de diversificação do portfólio e estabelece o País como base no segmento de genéricos para toda a América Latina. A empresa, que antes tinha nos medicamentos de referência a maior força, com 82% das vendas , passa agora a contar com uma divisão mais equilibrada, com 43% no segmento de referência, 12% em similares, 4% medicamentos com patentes e 41% em genéricos.

Com a junção das duas empresa, a operação passa a contar com 374 produtos diferentes, um faturamento de R$ 3,2 bilhões e dispara na liderança do mercado farmacêutico brasileiro em valores, com participação de 12%, conforme dados IMS Health.

A aquisição garante ainda à Sanofi a liderança no mercado de medicamentos sob prescrição, com R$ 2,27 bilhão em faturamento, passando à frente da Novartis. O laboratório se consolida também na liderança de medicamentos livres de prescrição médicas (os conhecidos OTCs) - que tem como carro-chefe o campeão de vendas em analgésicos, Dorflex -, superando a Hypermarcas. No segmento de genéricos, Sanofi-Medley ultrapassa a EMS com faturamento de R$ 1,32 bilhão.

“Globalmente já estamos trabalhando dentro dessa estratégia de diversificação, porque não queremos a concentração em um ou dois produtos”, afirma o presidente da Sanofi-Aventis Brasil, Heraldo Marchezini. No mundo, a francesa também vem realizando aquisições que lhe conferem boa presença em áreas como vacinas, produtos usados em hospitais e saúde animal.

Recentemente, o grupo adquiriu outras empresas de genéricos como a mexicana Kendrick e a checa Zentiva. Isso porque aposta que o segmento permite uma forma mais ampla para atender mercados emergentes, como a América Latina e o Europa Oriental, segundo o executivo.

Para a Sanofi, quarto maior grupo farmacêutico do mundo com faturamento global de € 27,5 bilhões, a receita proveniente dos mercados emergentes, os chamados Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), já responde por aproximadamente € 6,5 bilhões. “Dentro destecenário, o Brasil é o principal mercado, que fica agora ainda mais forte com a Medley”, diz Marchezini, citando o crescimento da ordem de 20% no mercado de genéricos brasileiro.

Marchezini afirma ainda que a Medley continuará atuando de forma independente e que o atual presidente, Jairo Yamamoto, continuará no comando. Porém, se reportará à direção da subsidiária brasileira do grupo francês. “É uma aquisição, não uma fusão. Nosso propósito não é redução de custos, mas sim complementaridade de produtos”, explica Marchezini, sem definir, porém, qual será o futuro dos genéricos da própria Sanofi.

As fábricas das duas empresas, que receberam investimentosrecentemente, continuarão trabalhando normalmente e paralelamente. A Sanofi já exporta para mais de 11 países e agora, os produtos feitos pela Medley poderão conquistar mais espaço. “Para cada mercado, vamos decidir qual será a marca mais adequada”, explica Yamamoto. O importante, segundo ele, é manter a base produtiva no Brasil, uma vez que a regulamentação aqui é mais rigorosa, o que permite colocar produtos brasileiros em outros mercados, “mas nem sempre se pode fazer o contrário”.

Em relação ao negócio, mesmo sem abrir completamente as bases do acordo, o presidente da Sanofi afirmou que no valor de R$ 1,5 bilhão da compra da Medley, parte foi direcionado para o pagamento das dívidas da companhia e parte para os acionistas.

Os acordos mantidos pela Medley com outros laboratórios também estão sendo revistos. Conforme previsto em contrato, na mudança de controle, foi cancelado o acerto com a Bayer, que permitia à brasileira revender o Levitra, medicamento de disfunção erétil do laboratório alemão, sob o nome do Vivanza. Segundo Yamamoto, serão mantidos acordos com a Abbott, para sibutramina ou Plenty, Novo Nordisk (Activelle e Estrofem) e Recordat (Zanidip). Entre outras coisas que serão mantidas pela nova dona, está o patrocínio à Stock Car, que por muitos anos levou o nome da Medley para todos os mercados.

18 de fevereiro de 2009

Vendas de medicamentos genéricos explodem com a crise

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 22:57

por Anna Lúcia França (Gazeta Mercantil)

12/02/2009

. O salto registrado no último trimestre foi suficiente para puxar para cima todo o resultado do setor no ano de 2008

No momento mais crítico da crise financeira, o último trimestre do ano de 2008, as vendas de genéricos explodiram, subindo 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O salto registrado no último trimestre foi suficiente para puxar para cima todo o resultado do setor no ano de 2008, que totalizou aumento de 19% nas vendas, passando de 233 milhões unidades comercializadas em 2007 para 277,1 milhões no último ano.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), Odnir Finotti, a diminuição da renda somada a consolidação da confiança da população nos genéricos impulsionaram as vendas. “O preconceito está caindo e o bolso falou mais alto”, disse.

Ao todo, as indústrias de genéricos movimentaram US$ 2 bilhões em 2008, o que representa alta de 31,4% em relação a 2007, quando as vendas somaram US$ 1, 522 bilhão. Os dados, segundo a Pró Genérico, são referentes exclusivamente às vendas no varejo farmacêutico brasileiro.

Ao longo do último ano, o desempenho do mercado de genéricos superou até mesmo o da indústria farmacêutica como um todo, que cresceu 8%. No ano passado, foram comercializadas no Brasil cerca de 1,634 bilhão de unidades de medicamentos no período ante 1,514 bilhão em 2007. Em valores, o mercado farmacêutico brasileiro movimentou no varejo US$ 14,669 bilhões ante US$12,169 bilhões, crescimento de 20,5%.

Com isso, a participação de mercado dos genéricos chegou a 18% (em unidades) durante 2008, acima dos 15,8% obtidos em 2007. Pelo critério valor, os genéricos encerraram 2008 com 14,6% de market share, percentual maior que os 13% registrados em 2007.

Para Finotti, o fenômeno indica que houve forte migração de consumidores de produtos de marca para os genéricos. “Em tempos de crise e cortes no orçamento doméstico, os consumidores acabam encontrando nos genéricos uma opção segura e muito mais em conta para pros-seguirem com seus tratamentos medicamentosos”, explicou o executivo.

Os resultados obtidos no final do ano animaram os laboratórios de genéricos que projetam crescimento bastante otimistas para 2009, apesar de prognósticos de baixo crescimento econômico ou até mesmo recessão no Brasil. A entidade espera crescimento entre 15% e 20%.

Desde que chegaram ao mercado brasileiro, em meados do ano 2000, a categoria de medicamentos já proporcionou economia de US$ 10,5 bilhões aos consumidores brasileiros, de acordo com a entidade. “A verdade é que o genérico permitiu o acesso de uma grande parte da população aos tratamentos”, afirma Finotti.

Ao mesmo tempo fortaleceu laboratórios nacionais, que hoje são responsáveis por 85% do fornecimento deste tipo de medicamentos. “A legislação mais exigente elevou o nível das indústrias, que hoje disputam a liderança com os gigantes”, acrescenta. Toda essa força tem despertado o interesses e já se fala em consolidação também na área de genéricos, assim como está ocorrendo no mercado mundial. Para Finotti, não se pode negar que as empresas “se tornaram muito atraentes e o mercado brasileiro também”, sem citar as possíveis aquisições.

Reportagem sobre os medicamentos genéricos no Brasil

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 22:28

A falta de informação e o baixo número de prescrições motivam o baixo uso desses remédios no país.

Assista o vídeo sobre os medicamentos genéricos, através do link:

http://www.agenciabrasil.gov.br/media/videos/2008/08/04/genericos.flv/view

Dez anos de genéricos no Brasil: avanços e desafios para o acesso aos medicamentos

Arquivado em: Sem categoria — admin @ 22:09

Leia artigo da presidente da Fenafar, Célia Chaves, que trás uma breve retrospectiva da luta pela aprovação da Lei dos Genéricos e dos desafios da sua efetivação no Brasil, uma vez que a produção de medicamentos genéricos é uma alternativa que os países em desenvolvimento têm utilizado para garantir o acesso a medicamentos de qualidade. Entretanto, ter uma lei que estabeleça a produção de medicamentos genéricos não é suficiente para garantir o acesso de forma adequada. É preciso mais, é preciso que se estabeleça no País uma política de assistência farmacêutica que contemple políticas de medicamentos, de ciência e tecnologia, de recursos humanos e de vigilância sanitária que garantam numa ação integrada não só da produção local de medicamentos, mas da pesquisa e desenvolvimento que torne o País menos dependente no que diz respeito à produção de matéria prima.

Acesso ao artigo completo no site da Fenafar, através do link abaixo:

http://www.fenafar.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=219:dez-anos-de-genericos-no-brasil-avancos-e-desafios-para-o-acesso-aos-medicamentos&catid=63:genericos&Itemid=66

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